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domingo, 31 de janeiro de 2010

São 23:36 e antes que o último dia do primeiro mês do ano acabe eu gostaria de declarar algo que pensei:

"A vida não é uma passageira.
Não precisamos somente assistir as coisas passando por seus caminhos.
Podemos ser ativos, e construir o caminho.
Podemos levantar, ser alguém, marcar.
Podemos nos posicionar.
Podemos tornar a vida algo real.

É com esse pensamento que finalmente começo a pensar em 2010 como um ano de mudanças. Não adianta eu apenas planejar se não coloco meus ideais em prática. Não adianta eu dizer: - Estou fazendo isso. Se a verdade é que eu queria estar fazendo 'isso' ou 'aquilo'.

Tantos foram os planos. Ok! Alguns deles foram seguidos, e não posso dizer que errei sempre. Acertei também. Mas se eu tirei esse tempo para pensar e valorizar o que eu tenho ou os meus planos, então que tal começar a levantar e andar. Começar realmente a progredir. Que tal, ao invés de se lamentar pelos erros, ou pelos projetos engavetados, analisar cada um deles e torná-los alvos, objetivos.

Neste ano faço 26 anos. Uma vitória, sim. Mas eu quero mais, eu planejei mais para os meus 26 anos. E eu espero que na virada para os 27 anos, eu tenha conquistado mais.

Este é o último post deste blog. Ele me acompanhou por algum tempo, mas já não tem mais sentido pra mim. Guardarei com carinho todos os posts e todos que me acompanharam.

Aprendi com o que tive, e agora quero coisas novas na minha vida, aprendizados novos. Quero seguir.

E volto a dizer:

Torne a vida algo real!

Não digo isso pra quem ler esse post, digo para mim, porque é o que a partir de hoje irei manter sempre diante dos meus olhos, e no meu pensamento.



Assino essas palavras como

Ve Barbosa, 25 anos, diretora de arte, técnica em turismo, canceriana com ascendência em áries, também conhecida como Narcoléptica, eu mesma Verônica Barbosa Maciel.

Mais um ano que se acaba.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Incrível como a cada ano o tempo parece passar mais rápido.
As vezes não consigo nem identificar direito os meses.
É bem fato que em certos momentos isso é positivo. Sabe, aqueles momentos em que você não vê a hora da semana acabar, você se encontrar com os amigos e passar o final de semana só na curtição, ou assistindo um filminho com o amor ao lado.
Bom, mas há momentos em que você pára e se pergunta: - Por que quando éramos pequenos o tempo passava mais devagar?
Será que passava mesmo?

Eu não espero que o tempo passe mais depressa ou mais lentamente, eu só espero que ele passe no seu tempo.

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Saldo do ano que se vai:
- Ajustei algumas coisas na minha vida.
- Encontrei alguém para amar.
- Decidi sair do emprego e ir em busca da concretização dos meus projetos.
- Estou tentando aprender coisas novas.
- Estou tentando não deixar nada inacabado em 2009.
- Tenho esperança de que 2010 será um ano de mudanças, tanto quanto 2009.


Feliz Ano Novo!

A desvantagem de ser quem é.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Se não dá atenção, lhe pedem.
Se dá muita, lhe acham um chato.
Se você fica parado, é porque é um bunda mole, não luta pelo que quer.
Se reage, é bruto.
Se liga, está a procura.
Se não liga, não tá nem ai.
Se manda mensagem, tá em cima.
Se não mada, esqueceu tudo, não passou de uma diversão.

Ai eu pergunto, o que fazem aqueles que se permitem a um estado de cavalherice, mesmo que ela não pertença sempre a cama, mas que está sempre presente no dia-a-dia. O que fazem aqueles que ouvem, mesmo que as histórias sejam absurdas. Ou o que fazem aqueles que ainda não sabendo o que estão fazendo se perguntam?

Aprecie.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Acredito que todo ser pensante é capaz de acreditar em tudo.
Ele se permite estar certo, e aceita facilmente o que lhe convém.
Penso que parar por um tempo a mais e analisar as situações não faz mal,
porém nem sempre seguimos por este lado, e assim, cometemos atos falhos.

Talvez esta seja uma das maiores limitações humanas: permitir-se.
Limitação porque quando ao se permitir, o ser pensante sempre deixa lacunas
que posteriormente serão vista da forma real,
e não da forma fantasiosa do permitido.

É díficil compreender as vezes o propósito de certas palavras,
porque esperamos ter tudo de forma fácil,
apresentado em poucos versos.

Mas, como a vida não é um copo de leite,
e até pra misturar com o achocolatado é necessário um certo tempo perdido
para o vai e vem da colher, afim de se obter uma mistura homogenea,
permitir-me-ei a versos mal escritos,
separados por uma linha de tempo quase imperceptível.

No momento: Correndo

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009



Correndo pra resolver tudo.
Pra não deixar passar nada.
Pra não esquecer.
Pra agir.
Pra seguir.
Correndo pra fazer o bem.
Mas vez em quando um mal que valha a pena.
Correndo pra dormir um pouco mais.
Ou se necessário for, um pouco menos também dá.
Correndo pra permanecer.
Ser, estar em um estado bom.
Correndo pra manter a cabeça aberta.
Correndo para os desafios.
Correndo para não temer.
Correndo para se exercitar.
Estou correndo.
Apenas correndo.
Porque a calmaria é algo ainda imprevisto para mim.

Esperança

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Para todas as vezes que temos esperança
um vento frio nos corta o ventre
Para todas as vezes que temos esperança
fechamos os olhos em busca de respostas
e respiramos ainda mais profundamente
porque o ar que passa pelos nossos pulmões
já não menciona nada ao nosso cerébro,
então, nos sufocamos.
Para todas as vezes que temos esperança,
esperamos, e esperamos mais um pouco
até que nos tragam boas notícias,
mas se ainda assim elas não aparecerem
esperamos ao menos por algo definitivo
um resultado que, mesmo doendo, nos deixe em algum momento aliviados.
Para cada momento em que desejei ter esperança eu tive fé
não importava no que, não importava em quem, mas eu tive,
mesmo quando eu sequer sabia o que estava acontecendo,
mesmo quando mentiras foram ditas para abafar a dor,
ou ainda, quando palavras duras me surpreenderam antes mesmo que o café da manhã
mas ainda que nem todos sobrevivessem a isto, eu sobrevivi, porque eu tive esperança,
e aqueles que puderam, que tiveram novas oportunidades sobreviveram junto,
porque não é apenas lutar, é também poder lutar,
é por isso que podemos morrer, mas jamais matar a esperança.


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É incrível como podemos nos comover com coisas que não necessariamente estão atreladas a nós. Digo isto porque há não muito tempo escrevi um texto para uma amiga minha, e agora escrevo este a qualquer coisa, pessoa, ou até a mim mesma. E isto simplesmente porque dói você ver a perda, ainda que num seriado de tv. As vezes penso que não devo assistir tanto Grey´s Anatomy (rs). Rir do humor sarcástico dos roteiros e se comover com os epsódios não é uma boa coisa. Ainda mais quando não se pode passar dias e mais dias prostrada na cama, esperando que alguém segure a sua mão e diga: Verônica, não se martirize, é só um seriado. Por favor, não baixe a trilha sonora e muito menos junte isto a Radiohead, não será bom.

Bem, enquanto não posso me deitar na cama, e muito menos esperar que alguém chegue e me bote pra cima, eu vou navegar pela internet e planejar meu carnaval que é muito mais divertido.

Ah, e ai vai uma notícia: Agora tenho uma geladeira. Sim, ela é linda, é pequena, mas muito bonitinha, branca, claro, pelo menos por enquanto, daqui a pouco estará cheia de imãs (risos). Agora bebo água gelada, chá gelado, suco, leite gelado, guardo comida que sobra, compro carne pra semana toda, verduras, legumes, frutas e por ai vai.

Bem, é isso aê... Até mais, peoples.

Ah, e vale uma advertência: ESTOU BEM... huahuahua. É só um texto, somente.

Piu!

Post de Ontem.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009




Dentro de mim ouço gritos.
Gritos que quase me levam a loucura.
Gritos retardados, amontoados.
Gritos com pesares.
Gritos que me fazem querer jogar tudo pro ar.
Sair correndo pelas ruas, sem rumo, sem prumo.
Gritos que me fazem perder a atenção.
E apenas me isolar diante da minha incapacidade de externá-los.

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"Não me faltava nada até o dia em que tudo desapareceu."

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Piu!

A riqueza de um lírio

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009




Por mais audacioso que fosse, hoje o verão foi marcado
pelo surgimento de um pedaço da primavera
Por mais embriagante que fosse,
nem a anestesia aplicada a uma mãe
prestes a dar a luz ao seu primeiro filho
pode lhe retirar a emoção de recebê-lo em seu colo.

Hoje nasceu um lírio.
Uma criança gerada num ventre puro e de grande riso,
e que apesar de toda rebeldia pelo trauma da luz irreconhecível
àquele espaço em que ela vivia, demonstra ser alguém feliz.

Hoje, aquela que foi tão esperada por anos,
e mais ainda por nove meses vencidos,
esteve prestes a se perder diante da sua primeira dificuldade,
mas resistiu e deu como grande presente a todos que ali estavam
o seu contínuo grito de liberdade.

Nem a dor, nem as lembranças de momentos outrora vividos por seus pais,
parentes e amigos puderam ser maior que a grande alegria em ver a pequena Manuela.

Uma criança linda, forte, e que apresenta em sua fronte
o símbolo mais perfeito da união dos seus pais.

Seja bem-vinda Manu, e muita saúde para a mamãe Karla,
o papai Nilson, e ainda mais para você.

Novamente atrás do tempo...

domingo, 18 de janeiro de 2009



E assim a criança acordou em meio ao conflito entre os sonhos e a realidade. Passou-se um minuto longo até que ela percebesse o fim dos sorrisos, e se atrelasse a paralisia daquele instante.

Ela ficou ali, pensando. Tentando refletir sobre tudo o que poderia ter acontecido além daquilo que já havia visto há poucos segundos enquanto sonhava em sua cama.

Ela acordou, e o mundo parecia rotacionar do lado contrário, chegando até a embrulhar o seu estomago feito presente de aniversário.

Um momento a mais e a criança decidiu deixar a cama, e andar pela casa ainda a vista.

Logo deparou-se com a vitrola tocando uma música que lhe acalentava. Seguindo o som percebeu pouco-a-pouco que já havia escutado aquela música.

Deitou-se no chão e ficou ali, como alguém que só pertencia àquele pedaço de espaço.

Ali percebeu a cumplicidade com seu próprio ser, e tão breve quanto quando acordou, a criança novamente voltou a dormir e a ver que seus sonhos estavam sempre ali, tão próximo quanto o seu próprio coração.

uma besteirinha qualquer...

terça-feira, 9 de setembro de 2008

"As vezes sem perceber você me pega olhando as estrelas, e eu me pego olhando o teu contar do tempo.
Algumas poucas palavras nos separam das respostas de perguntas que não temos coragem de perguntar.
E assim ficamos, eu e você, nos olhando entre os outros.
Um tempo a mais e nós até poderíamos olhar juntos as mesmas estrelas."



Não, essa não é a Verônica apaixonada, é só a Verônica escrevendo besteirinhas no meio do expediente...rs...

Piu!

 
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